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O certo é errado, ou seria o errado certo?

A nova onda da iconolatria do anti-herói, bandidos travestidos de mocinhos; quando na realidade são: assassinos, terroristas, psicopatas, que sempre agiram como destruidores, mas que agora o cinema os retrata como defensores dos oprimidos, uma clara tentativa de travestir o mau de bem, transformando assim, o errado em certo, bandidos e foras da lei em “heróis”.

Antes o cinema retratava como herói aqueles que defendiam, combatiam o mau, homens e mulheres com carácter e conduta ilibada, que buscavam através do sistema de leis, a justiça, nunca o justiçamento, haja vista que o Superman e o Batman, nunca mataram nenhum vilão.  Mas, agora a onda é a iconolatria do anti-herói, bandidos travestidos de mocinhos; quando na realidade são: assassinos, terroristas, psicopatas, que sempre agiram como destruidores, mas que agora o cinema os retrata como defensores dos oprimidos, uma clara tentativa de travestir o mau de bem, transformando assim, o errado em certo, bandidos e foras da lei em “heróis”. E toda essa cultura inútil vai minando a mentes dos mais jovens, que passam a não discernir entre aquilo que é perverso, maligno do que é realmente benigno.

Esse desvio cultural da contemporaneidade nos cinemas, teve continuidade com o filme esquadrão suicida, grupo de “elite” formados por bandidos da pior espécie, homens e mulheres que cometeram atos de terror contra a sociedade, fazendo vítimas e mais vítimas, motivo pelo qual estavam presos no Asilo Arkham (presídios de altíssima segurança e para bandidos lunáticos), mas que agora saem em defesa do mundo salvando-o de uma catástrofe, ou seja, o ruim tornou-se em bem!

Logo em seguida surgiu nas telonas outro anti-heroi, o filme Venom, um dos arqui-inimigos do homem aranha. Venon, possuía e sugava seus hospedeiros, com intuito de aniquilar, extinguir a raça humana, agora ele aparece como “herói”, salvando o mundo, e esta imagem tem sido inculcada na mente dos jovens e adolescentes, mesmo o filme revelando a maldade do personagem nas cenas em que Venom, devora e assassina policiais. O errado agora é certo!

Seguindo a mesma linha estregou agora em outubro nos cinemas o Filme Coringa, um dos personagens mais sóbrios e maléficos dos quadrinhos, um inimigo público do estado que ama matar policiais, que faz atentado a bomba, que sequestra pessoas e assalta bancos; agora o cinema o pinta como “herói”, seria o mau bom? Para o ano que vem será a vez da sua namorada, a sociopata e não menos perigosa Arlequina, assassina fria que será personalizada como “heroína” quando originalmente no âmago é uma vilã Maligna.

Já o cinema nacional não ficou atrás, recentemente Marighella, um antigo terrorista, assassino, sequestrador, assaltante de bancos e que odiava policiais, algo retratado em seu livro Manual do Guerrilheiro Urbano, foi retratado como “herói” no filme de mesmo nome do Ator e Diretor Wagner Moura. Algo muito louco, um terrorista virar “herói”!

Toda essa cultura inútil tem sido digerida por nossas crianças, suas mentes têm sido engodadas, com a transfiguração do diabo em anjo de luz, o maligno tentado, procurado parecer, ser aceito como bom. A lavagem cerebral é bem visível, a qual busca destruir das mentes juvenis os padrões morais do que é realmente bom, e inserindo assim, em suas psiques o mau travestido de bem.

Deus proteja Israel

Deus em Cristo Jesus proteja a mente de nossas crianças e salve o Brasil.

Sobre o Autor

Deoclecio Neto de Sousa
Deoclécio Neto é cristão protestante, casado, tem um filho, é metido a escritor e poeta, e é apaixonado por literatura brasileira, história e filosofia.

Deoclecio Neto de Sousa

Deoclécio Neto é cristão protestante, casado, tem um filho, é metido a escritor e poeta, e é apaixonado por literatura brasileira, história e filosofia.

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